E de frágil papoila, da seara que dança.
Navego dentro da canoa de um rio...
O sangue é o trigo maduro que se ergue
E corre entre os ribeiros de água mansa.
Mas é na cidade que o sonho é quente e frio...
Sinto dentro de mim a força do animal
Em mim florescem flores que dão sinal.
Paz todos os dias, às marés eu suplico...
E neste desafio, as palavras eu edifico!



