Mãos estendidas, mãos cansadas, mãos carentes
São assim as mãos em clamores ardentes
Não fossem elas mãos do meio de tanta gente
Poesia de um sentir pedinte de coração quente
Possam lavar-se em mares de gratidão
Possam pisar as ternuras de terno chão
Voando com asas de ave, feito falcão
Sonhando que entrelaçadas sempre se dão
E em seus segredos de cansaços e incertezas
Possam ainda enfeitar o carinho de muitas mesas
Com a alma que vão tendo em suas certezas...
Não, não te pedem o mundo, nem o universo
Somente que haja paz em cada verso
E as suas rugas somem, todo o amor que está imerso!
São assim as mãos em clamores ardentes
Não fossem elas mãos do meio de tanta gente
Poesia de um sentir pedinte de coração quente
Possam lavar-se em mares de gratidão
Possam pisar as ternuras de terno chão
Voando com asas de ave, feito falcão
Sonhando que entrelaçadas sempre se dão
E em seus segredos de cansaços e incertezas
Possam ainda enfeitar o carinho de muitas mesas
Com a alma que vão tendo em suas certezas...
Não, não te pedem o mundo, nem o universo
Somente que haja paz em cada verso
E as suas rugas somem, todo o amor que está imerso!
(escrito a 02/01/2011)







































