sábado, 5 de março de 2016

Leveza de ser




Dentro do meu lar, silêncio navegando
Vai peixinho, na sua quieta serenidade
E borda ondulante toalha, cristalina água
Em pontos de verde, pedra saltitando
Feito ponto esmeralda, ausente de maldade
Dentro dele, não há lugar de qualquer mágoa.


E vai soltando olhares longos e curiosos
Usa barbatana em suaves movimentos
Com seus vizinhos, tão bem, a casa habita
Na sua dança serpenteando ares vaidosos
Dando a quem olha, serenidade de alentos
Tranquilidade, em lago de margem bonita.


Quisera nadar assim nessa leveza de ser
Dar ao corpo que sinto dentro, amadurecer
Doçura do Verbo, amando sem perceber...


05/03/2016

Mês de Março com sorriso no Ser!


1 comentário:

Eduardo Aleixo disse...

Peixinhos nas asas de Neptuno esvoaçantes de sonhos de quimeras de brisas de pétalas
que se dissiminnam no lar calmantes