domingo, 7 de junho de 2009

Maresia de prata


Enfeito os cabelos com a tua cor
Visto tuas brumas e passeio a dor...

A lágrima salgada sabe-me a mel
Deito-me nos braços do teu batel...

E no silêncio oico o cântico de louvor
Melodia doce, em flauta de bisel...

Dádiva...em anel de prata, meu amor!

9 comentários:

notyet disse...

e envolto na dor
dum profundo vazio
há calor e frio...

Teresa Durães disse...

enquanto a lágrima sabe a mel, temos sempre essa prata onde nos relectimos

clic disse...

Isso parecem-me 25 anos de qualquer coisa... :)

PreDatado disse...

Olho-te as fotos e a poesia
Gosto dos olhares e da maresia
Gosto da rima e gosto da cor
Olho-te com olhos de quem canta amor.

Um beijinho.

Nuno G. disse...

a simplicidade bela e das coisas mais difíceis de acontecer... aqui aconteceu!
beijo...


(www.minha-gaveta.blogspot.com)

Vieira Calado disse...

Muito romântico...
Divirta-se (assim o espero)
em noite de santo casamenteiro!
Bjs

tinta permanente disse...

Há um velho provérbio turco que diz 'não troques as dávidas de hoje pelas promessas de amanhã'.
Mas isto não vem a propósito do bonito poema, cantado sobre as brumas do Tejo...

abraços!

tinta permanente disse...

Pois não houvera eu de agradecer a predilecção pelo desdichado santo?!...

abraços!

tempusinfinitae disse...

Que fotografia linda.

Prata, pois é verdade.

Adivinho aniversário de prata?!
Ou um canto forte em louvor do sentir?